Código de barras bidimensional será usado para rastrear medicamentos

Código de barras bidimensional será usado para rastrear medicamentos
Ao contrário do código de barras comum, que contém apenas um número de vários algarismos, o bidimensional pode armazenar milhares de informações ao mesmo tempo, como números, letras e outros dados.
[Imagem: Wikimedia]

Rastreabilidade de medicamentos

O código de barras bidimensional, também chamado Datamatrix, será a tecnologia usada para garantir a rastreabilidade dos medicamentos comercializados no Brasil. A decisão foi tomada pela Anvisa e faz parte das medidas que implantam o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos.

A tecnologia será a principal ferramenta para garantir a rastreabilidade dos medicamentos, permitindo a recuperação das informações históricas e geográficas sobre o caminho percorrido pelos remédios, da sua produção até a entrega ao consumidor.

Código de barras bidimensional

Ao contrário do código de barras comum, que contém apenas um número de vários algarismos, o bidimensional pode armazenar milhares de informações ao mesmo tempo, como números, letras e outros dados.

Todas as informações vão estar reunidas no Identificador Único de Medicamento (IUM), que estará em cada unidade de medicamento comercializada e será impresso em etiquetas de segurança produzidas especificamente para esse fim.

Além de permitir uma gestão mais eficaz dos riscos na cadeia dos produtos farmacêuticos e dar ao consumidor a garantia de segurança, o código vai permitir identificar fontes de desvios de qualidade e reduzir os custos logísticos dos fabricantes.

Etiquetas de segurança

A Anvisa assinou um termo de cooperação com a Casa da Moeda, que deverá ser a instituição responsável pela produção e distribuição das etiquetas que vão garantir a segurança do sistema de rastreamento e nas quais estará impresso o IUM.

Para aprimorar continuamente os mecanismos de rastreabilidade e autenticidade de medicamentos no país foi criado o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos, por meio da lei 11903/09.

A lei prevê que o Sistema será implantado gradualmente em até três anos, sendo o primeiro ano destinado à definição dos requisitos que envolvem os fabricantes e fornecedores de medicamentos.


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